Enquanto isso no campo do Nacional...
Final de semana, sábado, muito sol e calor na cidade de São Paulo. O jornalista que vos escreve com as pautas em dia, exceto a coluna desta semana, que escrevo no domingo, depois das eleições municipais na maior cidade da América. Mas no Toque de Segunda, sempre falamos de Esporte, certo? E pela primeira vez na vida, entrei no Estádio Nicolau Alayon, o campo do Nacional da Capital para assistir a um jogo... de rúgbi.
Gostei do que vi, logo na entrada, tudo organizado, mulheres, crianças, muitas de colo inclusive, tomavam lanche em frente à lanchonete que ficava ao lado da entrada do estádio. Uma paz incrível, sol, muito calor, gente bonita, tudo para um espetáculo grandioso, para que a Seleção Brasileira da modalidade jogasse contra o Paraguai.
Apreciei a paisagem, afinal, não entendo nada desse esporte. Mas vi jogadores muito fortes se amontoarem para conquistar território e espaço no campo de jogo. Avançando ao ataque. Até aí algo bem familiar com o que já estou acostumado há 30 anos, acompanhando o futebol. Na arquibancada, duas simpáticas moças tentaram me explicar em poucas palavras em que consistia o jogo.
Como eu sou meio lento, acho que elas se fizeram entender e vou tentar reproduzir a explicação. O objetivo do jogo é colocar a bola no “in goal” adversário. O in goal é a área localizada imediatamente após a linha de fundo. É sempre necessário colocar a bola no chão, não serve apenas entrar com a bola na mão ou atira-la ao solo.
O ato de derrubar o outro jogador chama-se placagem ou placar. Só é permitido derrubar o jogador que estiver na posse da bola. Constitui infração grave derrubar com as pernas ou passar rasteira a qualquer jogador, inclusive o que estiver com a bola.
São infrações: Passar a bola para frente, derrubar um jogador que não esteja em posse da bola, segurar a bola se o jogador em questão estiver deitado no chão, dentre outras.
Emocionante, fisicamente viril, e muito disputado. Mas a seleção do Paraguai, não foi páreo para o Brasil. O jogo terminou com uma “goleada” Brasileira. No final, os caras de amarelo venceram os de vermelho e branco por 35 a 22. Foi uma tarde interessante e diferente, para um amante da bola redonda, um jogo em que a bola... é oval.

0 comentários:
Postar um comentário