Quem diria Eu jamais pensei que estivesse vivo para presenciar algo como o que está acontecendo na política do São Paulo Futebol Clube. Troca de farpas entre dois membros que pertencem ao mesmo grupo político, ex-presidente Juvenal Juvêncio, e o atual Carlos Miguel Aidar. Só que nesta semana, em que o clube completou 79 anos de história, o episódio envolvendo os dois cardeais do tricolor comprovaram que o clube está politicamente rachado.
Juvenal criticou Aidar, afirmando que ele tem poucos conselheiros dentro do clube que de fato o apóiam. Segundo o ex-presidente do clube, o atual conselho deliberativo do São Paulo não passa de uma "massa infame".
Aidar não deixou barato. Ele disse que Juvenal não quer abrir mão do poder, e ironizou o ex-presidente dizendo que os conselheiros que estão aliados a Juvenal não cabem no banco da frente de uma perua Kombi. Além disso, questionou o balanço financeiro do clube na gestão de seu antecessor.
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| Ex e atual presidente do São Paulo F.C trocam farpas e o clube é o único prejudicado |
Acho uma pena que esse tipo de coisa aconteça no São Paulo Futebol Clube. Quem diria que um clube organizado, que por muito tempo teve o orgulho de possuir o "maior estádio particular do mundo", campeão de diversos títulos nacionais e internacionais, passe por essa " lavagem de roupa suja" em prol de um único objetivo: poder.
O São Paulo, outrora organizado e modelo de administração para os demais clubes brasileiros, não existe mais. De clube organizado e transparente do passado, passa agora por troca de farpas entre a cartolagem por causa de um único e exclusivo objetivo: poder.
Desse jeito bagunçado fora das 4 linhas, o torcedor são-paulino tem motivos para ficar preocupado. Tomara que essa briga não transforme as glórias do clube em coisa do passado. Discussão inútil e lamentável.


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