quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A mudança no calendário

OAB, entidades de classes, sindicatos, clubes de futebol, atletas, ex-atletas, jornalistas, torcedores. Todos se manifestando com relação a mudança no calendário do futebol brasileiro. Tudo por conta do tempo escasso e curto, principalmente pela questão da Copa em 2014, realizada no Brasil e por conta disso, o número de datas para os jogos dos demais torneios será menor. Então como atender o interesse de todos, e agradar ao patrão principal, ou seja, as emissoras de televisão.


Romário: ex atleta e hoje deputado a favor da
mudança no calendário do futebol nacional 
E os campeonatos acontecem, e os horários dos jogos, que são determinados pelas emissoras de TV. Será que o esquema das transmissões sofrerá alguma alteração, ou respeitarão o novo calendário. Segundo os líderes do movimento, a quantidade de jogos no calendário atual diminui a qualidade do Campeonato Brasileiro. Entre os principais pontos que devem ser cobrados estão à adequação ao calendário europeu (começando a temporada no meio do ano) e a redução do número de partidas – seriam sete a cada 30 dias, no máximo.
Minha opinião em relação ao assunto é: estou como o Tomé da Bíblia, ou seja, só acredito em alguma mudança quando eu vir. Logo, será que não existirão jogos às 21h50 durante a semana? Será que os clubes vão jogar as 16 h com horário de verão nos estádios do Nordeste? Serão que haverá tempo para treinamento, pé temporada, férias e tudo mais nesse novo calendário? As consequências são contusões em excesso e os clubes em frangalhos no meio da temporada. Isso sem contar as viagens e os jogos da seleção Brasileira. Enfim, quando os interesses financeiros entram em jogo, eu desconfio, e muito, do bom-senso.

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