segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Então, vamos dar pancada?

Calma, não vou criticar os cartolas do futebol nesta semana!  Mas vocês já viram alguém escrever sobre aquilo que não entende? Então, é algo bem parecido como explicar o inexplicável. Escolhi falar de algo que nunca assisti, não tenho a mínima noção, não conheço as regras, nem sei o que é proibido ou permitido. Mas que movimenta muita grana, e virou mania, tanto na principal emissora de TV aberta do país, na TV por assinatura, bem como nas redes sociais, tudo em função do sucesso de atletas brasileiros que disputam essa competição.
Falo do UFC – Ultimate Fighting Championship, que aconteceu no Rio de Janeiro nesse final de semana. Os lutadores brasileiros saíram vencedores de seus combates. Entre os principais, Anderson Silva e Rodrigo Minotauro venceram respectivamente Stephan Bonnar e Dave Hernan nas duas principais lutas da noite do UFC Rio 3, disputadas na noite do último sábado na cidade  do Rio de Janeiro.                       
                                    
Eu sempre gostei do boxe, a nobre arte. Nos anos 80, além de acompanhar o, invencível à época, Mike Tyson em suas lutas defendendo o título mundial dos pesos pesados, acompanhava também outras categorias. E as disputas em que os pugilistas eram mais leves, sempre tinham mais emoção. Além de ser plasticamente mais bonitas. Se é que é possível ver algo de belo, um homem bater em outro.
Mas tudo dentro das regras. Sugar Ray Leonard e o seu golpe da manivela. Girava um braço e com o outro socava o adversário. Sem dó nem piedade. O boxeador panamenho Roberto “mano de piedra” Duran, também tinha estilo.  Os dois eram o sinônimo da “nobre arte”, que tanto os especialistas, quanto os praticantes chamavam o boxe.
Depois daqueles anos, parei de acompanhar, mesmo porque a TV aberta não transmitia boxe com muita freqüência. Agora, temos o MMA com brasileiros fazendo grande sucesso, e levando o nome do Brasil no ponto mais alto do pódio.  Sucesso e muito dinheiro estão envolvidos nesses eventos.  Além da vibração, pois Anderson Silva nocauteou nesse sábado o americano Stephan Bonnar, na sua terceira luta na nova categoria, a de meio-pesados.
Muita audiência, muita adrenalina e emoção, mas sinceramente prefiro bater nos cartolas, afinal de contas, eles bem que merecem.

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